sábado, 19 de março de 2016

Remada 5: Praia do Forte - Canasvieiras

Mais um trecho solitário em dia de vento sul. Agora foi da Praia do Forte até Canasvieiras. 

As médias de distância e velocidade, considerando apenas uma parada em todo o trajeto.


domingo, 13 de março de 2016

Remada 4: Ilha do Francês

Sábado de vento sul moderado com rajadas mais fortes. Eu e meu amigo Leonardo saímos para uma remada despretensiosa por Jurerê. Quando nos demos conta já estávamos na metade do caminho até Ilha do Francês. Com a rota de ida tão facilitada pelo vento, decidimos continuar até ela. Foram 3.12 km em 40 minutos e lá chegamos para curtir a vista abaixo.
Eu pensei que fosse possível passear pela ilha. Mas para minha desagradável surpresa ela está cheia de cercas e portões. Os avisos também são bem enfáticos, indicando que se trata de uma propriedade privada e que a entrada é proibida. Encontrei uma reportagem de 2001 no AN Notícias que explica bem a situação do local. Em resumo, houve uma concessão da ilha para uma família que não quer largar o lugar de jeito nenhum...
Bem, se é uma lástima que o lugar não possa ser visitado, por outro lado acredito que sua preservação é levada a sério pelos responsáveis atuais. Será que sua abertura para o público em geral possibilitaria os cuidados que ela merece? Tenho minhas dúvidas... De qualquer maneira, é algo que deveria ser amplamente debatido.

Quase indo embora flagramos um casal acasalando. Que bonitões. Esses sim são locais de verdade. Também vimos um pavão exibindo suas lindas penas azuis na areia da praia, mas no momento que fui tirar uma foto ele rapidamente se escondeu.
A volta foi bem mais difícil que a ida, pois remamos contra o vento. Seguindo um trajeto mais perto da costa, remamos 5.48 km em 1 hora e 30 minutos. Em suma: ótimo passeio, agradável exercício, e essa é só a primeira de muitas outras pequenas ilhas que podemos conhecer aqui por perto.

domingo, 6 de março de 2016

Remada 3: Lagoa da Conceição - Barra da Lagoa

Domingo de boa remada! Dessa vez o trajeto começou na Avenida das Rendeiras e foi quase até o mar, via canal da Barra da Lagoa. O vento estava soprando de nordeste com intensidade fraca, creio que não passava dos 5 nós. Por isso a ida foi um pouco mais cansativa, pois a remada foi contra o vento. E essa foi a vista no primeiro ponto para tomar uma água. 

Com a maré baixando, a passagem de ida pelo canal da Barra da Lagoa foi muito tranquila. Aliás, apenas esse trecho já é um passeio imperdível. Muito legal observar as casas que margeiam o canal. Algumas bem humildes e outras muito luxuosas. Seja qual for a suntuosidade das moradas, a maioria delas possui trapiches, que permitem aquela parada estratégica para curtir o visual.

No meio do canal conheci um senhor que também estava de Sup, e com ele fui remando até a ponte que fica perto do mar. Decidi não ir até a praia pois estava sem cordinha, então ficamos batendo papo no último trapiche por mais de uma hora. Grande figura. Nativo da Barra e com 60 anos de idade, contou várias histórias sobre o local, sua experiência como pescador e salvamentos que fez naquelas águas. Valeu o bom papo, Jacaré.

Depois da conversa, chegando o fim de tarde, parti para a volta. No canal a correnteza estava contra, mas o pouco vento batia estava a favor. Sem maior dificuldade cheguei na Lagoa novamente e ali relaxei um pouco, aproveitando a força do ar para remar menos. Cheguei até a deitar na prancha para aproveitar melhor a solitude. Nesse percurso final voltei um pouco mais perto da costa, que é linda, com vários trechos onde só se vêem árvores e pedras. O céu estava lindo, todo azul ao norte e com uma densa e gigante nuvem ao sul, de onde saiam alguns raios ao longe.