Depois de falhar em alguns fins de semana, de volta ao remo e ao pranchão. Ao contrário dos outros, esse trecho da volta à ilha foi no sentido anti horário. Aí na foto de baixo o momento da saída. Quase em frente ao Sesc do Cacupé.
A primeira sessão foi contra o vento, um pouco trabalhosa, mas a vista da baía do bairro Saco Grande valeu o esforço. A primeira parada foi na prainha que fica embaixo do hotel Maria do Mar. Não dá pra não sentir um pouco de inveja de quem mora na beira do mar.
A partir dali o mar ficou bem mais liso, devido a proximidade com a costa que protegia do vento. Isso até passar o local onde os barcos dos pescadores do João Paulo estão atracados. Depois da curva o achei o vento de novo, e com vontade. Entrei um pouco mais na baía remando contra com a ideia de ir até o mangue. Mas não rolou, seria um esforço meio complicado. Então, logo após aproveitei a força do ar virando para a direção da colônia de pescadores da Ponta do Coral. Mas logo vi que mais interessante seria ir para as ruínas. Fui direto para a estrutura que sobrou do antigo trapiche. Perfeito! Foi possível sentar, tirar umas fotos, ligas para meu suporte em terra, tomar água e comer uma maçã. Coroação da travessia.
Foi tão bom que decidi continuar. A vontade foi ir até a estação o meio da Beira Mar. Mas ao passar na frente do Koxixos o cheiro ruim apareceu. Uma lástima ver aqueles canos gigantes mandando ao mar dejetos que certamente deveriam ser tratados. Para ajudar bate um vento de frente. Esconde o cheiro, mas castiga os braços, que acabaram pedindo água. Então decidi ver a polêmica área da cidade mais de perto e voltar para casa. Pela primeira vez em Floripa vi casas suspensas na água. Sabia que na avenida tem palafitas? É uma comunidade que causa impacto visual e nunca é vista inteira por que passa a mil de carro ou mesmo a pé.
Tempos e distâncias...



