sábado, 9 de abril de 2016

Remada 6: Cacupé - Beira Mar Norte

Depois de falhar em alguns fins de semana, de volta ao remo e ao pranchão. Ao contrário dos outros, esse trecho da volta à ilha foi no sentido anti horário. Aí na foto de baixo o momento da saída. Quase em frente ao Sesc do Cacupé. 
A primeira sessão foi contra o vento, um pouco trabalhosa, mas a vista da baía do bairro Saco Grande valeu o esforço. A primeira parada foi na prainha que fica embaixo do hotel Maria do Mar. Não dá pra não sentir um pouco de inveja de quem mora na beira do mar.
A partir dali o mar ficou bem mais liso, devido a proximidade com a costa que protegia do vento. Isso até passar o local onde os barcos dos pescadores do João Paulo estão atracados. Depois da curva o achei o vento de novo, e com vontade. Entrei um pouco mais na baía remando contra com a ideia de ir até o mangue. Mas não rolou, seria um esforço meio complicado. Então, logo após aproveitei a força do ar virando para a direção da colônia de pescadores da Ponta do Coral. Mas logo vi que mais interessante seria ir para as ruínas. Fui direto para a estrutura que sobrou do antigo trapiche. Perfeito! Foi possível sentar, tirar umas fotos, ligas para meu suporte em terra, tomar água e comer uma maçã. Coroação da travessia. 
 Foi tão bom que decidi continuar. A vontade foi ir até a estação o meio da Beira Mar. Mas ao passar na frente do Koxixos o cheiro ruim apareceu. Uma lástima ver aqueles canos gigantes mandando ao mar dejetos que certamente deveriam ser tratados. Para ajudar bate um vento de frente. Esconde o cheiro, mas castiga os braços, que acabaram pedindo água. Então decidi ver a polêmica área da cidade mais de perto e voltar para casa. Pela primeira vez em Floripa vi casas suspensas na água. Sabia que na avenida tem palafitas? É uma comunidade que causa impacto visual e nunca é vista inteira por que passa a mil de carro ou mesmo a pé. 
Tempos e distâncias...

domingo, 3 de abril de 2016

Remada -1: Ilha dos Guarás

A travessia até a ilha do Guará foi a minha primeira, mas não a fiz sobre um sup. Na época eu ainda não tinha um. Mesmo assim não pensava muito na possibilidade de adquirir. O trecho foi em um velho longboard 9 pés. Meu grande amigo Demetrius foi de stand up e saímos da frente do Sesc. Claro, foi bem mais fácil pra ele. Não sei porque eu ingenuamente achava que rendia a mesma coisa remar deitado com as mãos ou em pé com um remo. Óbvio que não. A ida foi até fácil, mas a volta doeu. Conhecemos os bombeiros que trabalham lá. Nos deram água gelada e peixe frito. Se não fosse isso teria sido pior ainda. A ilha tem toda estrutura para quem trabalha lá, inclusive energia solar e uma linda vista para toda a baia norte. Além da remada ser forte, ainda esqueci de colocar protetor solar atrás das canelas... As vezes é necessário errar para aprender. Mas enfim, a missão foi cumprida, os quase 6 km foram vencidos. E foi massa! Valeu, Dema!
:-)