sábado, 4 de junho de 2016

Limpeza da Ilha de Ratones Pequena.

Olha aí quanto lixo a galera retirou hoje da Ilha Ratones Pequena. O grupo foi com a equipe de SUP Sambaqui e fez um belo trabalho. Parabéns. Ifelizmente não pude participar, mas deixo aqui o registro dessa bela iniciativa. Que sejamos todos remadores unidos na proteção da natureza. Confere uma matéria bem completa sobre o evento no Daqui.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ilhas de Ratones

Dia 26 de maio de 2016, uma remada histórica. O toque foi dado um dia antes pelo amigo Glauco, que já havia feito o mesmo trajeto com a equipe do SUP Sambaqui. Botei pilha em uns tantos, mas apenas o parceiro de banda Fábio topou entrar na água. Nunca tínhamos feito um passeio coletivo, eu no máximo com mais outra pessoa, mas já começamos bem, com mais ou menos outros 50 remadores. Chegamos cedo e antes de cair na água trocamos várias ideias com o Fabio, que produz o canal Condição Atual no Instragram. Um pouco depois das 9:00 horas entramos. O mar estava lisinho, perfeito. Foi só mirar na prainha da Ilha de Raton Pequeno e deixar a pressão do remo levar. A brisa era quase imperceptível. 
Chegando lá lotamos a praia de pranchas. Rolou aquela hidratação, um piquenique e uma foto que mostra bem a quantidade e a empolgação dos participantes. Antes de continuar o trajeto todos prontamente se fizeram acompanhados por suas barcas na clássica posição vista em fotos de surfe. Olha só a linda imagem feita pelo Renê RachadelSim, dá um certo trabalho alinhar tantas pessoas equilibrando pranchas tão pesadas, mas certamente é muito divertido registrar o momento. A sinergia e o alto astral coordenam tudo de forma perfeita. 

Alimentados e dispostos, partimos para primeiro dar a volta na ilhota, e só depois rumar em direção a Raton Grande. Nessa etapa o vento já tinha apertado um pouco e pegamos ele de frente até a outra ilha, mas nada que atrapalhasse muito.
 A galera desceu na praia que fica no sudoeste. Menos de 50 metros de extensão e sem muito procurar já foi possível encher um saco médio de lixo. Tsc tsc... Quando as pessoas terão mais respeito pela natureza? Conversei com a Débora, organizadora da travessia, e já existe a ideia de fazer um remadão dedicado limpar lugares paradisíacos como o que estávamos. Estamos juntos! E mesmo com tantas fotos bonitas, fica também a imagem abaixo, pra ninguém esquecer o quanto é feio jogar lixo por aí. 
Partimos então para a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, que é bem impressionante quando vista de perto. A edificação está em reforma, mas mesmo não entrando nela é possível passar horas contemplando terra, mar e as obras humanas do passado. Olha eu ali na ótima foto panorâmica tirada pela Elisa.
Na volta o vento nordeste estava mais forte. Mas pegando os remadores meio de lado, até que deu uma ajudinha para a etapa final. Tentei acompanhar a Rafaele no trecho final, mas a menina de 11 anos deixa qualquer marmanjo engolindo água. Enfim, foi tudo muito legal! Parabéns a todos nós que encaramos esse passeio e também a empresa SUP Sambaqui, que conduziu os remadores em grande estilo. E que venha a próxima.     


 
PS: É muito legal remar com mais pessoas. Certamente é mais seguro do que sozinho e também mais divertido. A conversa flui fácil e dá para fazer muitos amigos. Mesmo assim dá para ter aqueles momentos de solitude, em que somente você e o mar se comunicam.

sábado, 7 de maio de 2016

Remada 8: Canasvieiras - Ponta das Canas

Muito boa a remada de hoje. Da ponta de Canasvieiras direto para Ponta das Canas. Mínimo vento vindo de noroeste no começo. No meio do trajeto houve um momento de máxima lisura do mar. Perfeito. E depois um pouco de brisa sul, boa para ajudar na chegada. A água estava cristalina. Presenciei o cerco a um cardume de tainha. Executado na pressão pela gritaria que saia do barco com três pescadores. Pareceu bem feito e rápido, só não vi o resultado para saber se foi eficaz. 
Mais ou menos na metade do trajeto, percebi que haviam barcos perto da costa. Mais de perto percebi que as maiores eram as embarcações no estilo pirata, que fazem a alegria dos turistas no verão. Pouco mais a frente avisto a cúpula de uma igreja. E lá mirei para ser resgatado pelas minhas preciosas. Obrigado, Deus! 
Tempo e distância desse tiro único e solitário.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Remada 7: Rio Veríssimo

Dia 03 de maio de 2016, sábado de sol, ótimo para uma remada. Seguindo a sugestão do amigo Leonardo, miramos a foz do Rio Ratones. Partimos da Praia da Daniela, com um vento sul fraquinho nos acompanhando. Fomos seguindo a margem até que notamos que, seguindo dessa maneira o caminho seria muito mais longo que o previsto. Então mudamos o rumo apontando direto para um conjunto de pedras que se via no outro lado da margem. Chegando lá fizemos a primeira parada da trip, que rendeu as fotos que estão logo abaixo. Um super visual, embalado apenas pelos sons da natureza.
Logo ao lado da grande pedra que subi no topo para tirar a primeira imagem, está a foz de um pequeno rio. Mudamos de plano e decidimos entrar nele ao invés de seguir para o Rio Ratones. O riozinho segue vários quilômetros pra dentro da ilha. A natureza é abundante e parece bem preservada nas margens. Sem mais nem menos, após uma curva, estão alguns ranchos de pescadores e algumas casas. As fotos do Google Earth indicam que ali é a Barra do Sambaqui. Confesso que nunca tinha ouvido falar de tal lugar, que é uma calmaria completa.
Abaixo os dois trechos percorridos, com medição dos tempos e distâncias. Na primeira imagem dá para perceber a troca de rumo.
E na imagem abaixo vemos o quanto adentramos no Rio Veríssimo e também nosso trajeto de volta.
Em resumo, muito legal! Mais um pedaço da Ilha de Santa Catarina desbravado no pranchão. Rio Ratones, nos espere que és o próximo.

sábado, 9 de abril de 2016

Remada 6: Cacupé - Beira Mar Norte

Depois de falhar em alguns fins de semana, de volta ao remo e ao pranchão. Ao contrário dos outros, esse trecho da volta à ilha foi no sentido anti horário. Aí na foto de baixo o momento da saída. Quase em frente ao Sesc do Cacupé. 
A primeira sessão foi contra o vento, um pouco trabalhosa, mas a vista da baía do bairro Saco Grande valeu o esforço. A primeira parada foi na prainha que fica embaixo do hotel Maria do Mar. Não dá pra não sentir um pouco de inveja de quem mora na beira do mar.
A partir dali o mar ficou bem mais liso, devido a proximidade com a costa que protegia do vento. Isso até passar o local onde os barcos dos pescadores do João Paulo estão atracados. Depois da curva o achei o vento de novo, e com vontade. Entrei um pouco mais na baía remando contra com a ideia de ir até o mangue. Mas não rolou, seria um esforço meio complicado. Então, logo após aproveitei a força do ar virando para a direção da colônia de pescadores da Ponta do Coral. Mas logo vi que mais interessante seria ir para as ruínas. Fui direto para a estrutura que sobrou do antigo trapiche. Perfeito! Foi possível sentar, tirar umas fotos, ligas para meu suporte em terra, tomar água e comer uma maçã. Coroação da travessia. 
 Foi tão bom que decidi continuar. A vontade foi ir até a estação o meio da Beira Mar. Mas ao passar na frente do Koxixos o cheiro ruim apareceu. Uma lástima ver aqueles canos gigantes mandando ao mar dejetos que certamente deveriam ser tratados. Para ajudar bate um vento de frente. Esconde o cheiro, mas castiga os braços, que acabaram pedindo água. Então decidi ver a polêmica área da cidade mais de perto e voltar para casa. Pela primeira vez em Floripa vi casas suspensas na água. Sabia que na avenida tem palafitas? É uma comunidade que causa impacto visual e nunca é vista inteira por que passa a mil de carro ou mesmo a pé. 
Tempos e distâncias...

domingo, 3 de abril de 2016

Remada -1: Ilha dos Guarás

A travessia até a ilha do Guará foi a minha primeira, mas não a fiz sobre um sup. Na época eu ainda não tinha um. Mesmo assim não pensava muito na possibilidade de adquirir. O trecho foi em um velho longboard 9 pés. Meu grande amigo Demetrius foi de stand up e saímos da frente do Sesc. Claro, foi bem mais fácil pra ele. Não sei porque eu ingenuamente achava que rendia a mesma coisa remar deitado com as mãos ou em pé com um remo. Óbvio que não. A ida foi até fácil, mas a volta doeu. Conhecemos os bombeiros que trabalham lá. Nos deram água gelada e peixe frito. Se não fosse isso teria sido pior ainda. A ilha tem toda estrutura para quem trabalha lá, inclusive energia solar e uma linda vista para toda a baia norte. Além da remada ser forte, ainda esqueci de colocar protetor solar atrás das canelas... As vezes é necessário errar para aprender. Mas enfim, a missão foi cumprida, os quase 6 km foram vencidos. E foi massa! Valeu, Dema!
:-)